sábado, 19 de janeiro de 2013

Apresentação do demonstrador do Gripen F (NG) na Suíça


demonstrador do Gripen NG na Suica 1 - foto governo suico
Nos dias 17 18 de janeiro (ontem e hoje) o DDPS apresentou em Emmen o Programa de Armamento 2012 (PA 2012): na quinta-feira foi a vez do Conselho de Política e Segurança, além de jornalistas, e na sexta-feira para os adidos militares, oficiais de alta patente, Comissão de Armamento, autoridades locais e representantes da indústria. No local, foi possível examinar a Demonstrador Gripen F.
Com o Programa de Armamento 2012, o Conselho Federal deve propor a compra de 22 caças Saab Gripen E.
demonstrador do Gripen NG na Suica 3 - foto governo suico
demonstrador do Gripen NG na Suica 2 - foto governo suico


Leia mais (Read More): Poder Aéreo - Informação e Discussão sobre Aviação Militar e Civil 

Video da operação Serval!


França: aeronaves em ação no Mali



operacao serval 16-01-2013
As informações bem como as imagens sobre o conflito no Mali são raros e controlados. Uma das poucas fontes de informação é o Ministério da Defesa francês.
Oficialmente, foi anunciado que o componente aéreo envolvido diretamente nas missões contra os terroristas inclui:
Destacamento aéreo no aeroporto de Bamako (Mali)
- 3 Mirage F1CR
- 8 Gazelle
- 4 Super Puma
Destacamento aéreo no aeroporto de N’Djamena (Chade)
- 4 Rafale
- 4 Mirage 2000D
- 2 C-135FR
- 1 A310
- 1 C-130 Hercules
- 3 C-160 Transall
- 1 CN235

terça-feira, 15 de janeiro de 2013

Com guerra cibernética, segurança ganha atenção



cyber

Os sofisticados ataques feitos a sites de bancos americanos nos últimos meses – e a suspeita de autoridades dos Estados Unidos de que eles tenham partido do Irã – reavivou o debate sobre a guerra cibernética e trouxe de volta uma pergunta inquietante: qual é, afinal, o grau de vulnerabilidade dos sistemas que controlam a infraestrutura crítica de um país, como os de abastecimento de energia e água, finanças, transportes, telecomunicações e operações militares?
Entre os especialistas, é consenso que o Brasil não está no centro de questões geopolíticas capazes de motivar ataques de ativistas hackers ou governos hostis, mas o tema entrou definitivamente no radar de instituições que vão do Banco Central ao Exército, além de empresas como Eletrobras e AES Eletropaulo.
“[Geopolítica] é o tipo de coisa que pode mudar e é bom estarmos prevenidos para não termos dificuldades no futuro”, disse Marcelo Yared, chefe do departamento de tecnologia da informação (TI) do Banco Central.
Uma das medidas que vêm sendo adotadas por órgãos e companhias que administram sistemas críticos é isolar os softwares de controle de serviços públicos da infraestrutura de internet. Assim, o acesso aos programas fica preservado, mesmo que alguém consiga invadir a rede.
Foi isso o que fez o BC, no qual se encontram sistemas de controle essenciais, como de transferência de recursos financeiros e o de administração de reservas internacionais do país. O isolamento não garante segurança absoluta, mas fecha a principal porta usada para ataques virtuais, disse Yared.
A política de acesso às informações é outro ponto relevante. Os especialistas não cansam de repetir que o elo mais fraco na cadeia de segurança digital é humano. Tecnologias de controle sofisticadas podem ser comprometidas se os usuários forem displicentes, sem falar, claro, nos casos deliberados de roubo de informações ou espionagem. Definir quem pode acessar o quê e visualizar esse movimento ajuda a evitar riscos.
O BC fez uma revisão de seus procedimentos e adotou medidas para controlar o acesso de dispositivos móveis de armazenamento, como os pen drives, além de passar a monitorar todos os aparelhos que tentam se conectar à sua rede interna.
A dependência crescente dos sistemas informatizados estimulou a criação de grupos especializados nas Forças Armadas e no governo. Em agosto de 2010 entrou em funcionamento o Centro de Defesa Cibernética (CDCiber), criado pelo Exército para proteger sistemas fundamentais relacionados a operações militares, caso da artilharia anti aérea. “Nossos sistemas de comando e de defesa são altamente dependentes de redes de computadores”, disse o general José Carlos dos Santos, comandante do CDCiber.
Esses sistemas já foram blindados, afirmou o general, mas o CDCiber também tem feito outros trabalhos, o que inclui alertar os responsáveis em outras instituições sobre os riscos que surgem com frequência na internet. Desde o surgimento do vírus Stuxnet, em 2010, outras ameaças semelhantes foram descobertas, como os vírus Duqu, Flame, Wiper e Gaus. Em comum, eles carregam o alto potencial de interromper e danificar serviços críticos, além de roubar informações confidenciais. É uma ameaça diferente dos vírus comuns, com os quais os criminosos virtuais tentam obter ganhos financeiros.
O general Santos já fez apresentações sobre o assunto na Casa da Moeda, na Petrobras e no Ministério de Minas e Energia. “É uma interação no sentido de conscientizar sobre a existência de ameaças”, afirmou.
A avaliação no governo é que o nível de atenção aumentou nas áreas mais sujeitas a algum tipo de risco. “As próprias entidades estão conscientes e vem acompanhando a questão de perto”, afirmou Rafael Mandarino, diretor do departamento de segurança da informação e comunicações do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República (GSI). Não há dados específicos sobre a incidência de ameaças desse tipo registradas no país.
O desafio para quem controla sistemas de automação relacionados a serviços essenciais é que eles não podem ser desligados de uma hora para outra ao sinal de algum problema, como acontece com sistemas de TI menos sensíveis. Fazer isso pode atingir milhares de usuários e ter repercussões indesejadas.
Responsável por quinze empresas de geração, transmissão e distribuição de energia elétrica, a Eletrobras criou em 2009 um comitê de segurança da informação que reúne representantes de todas as companhias do grupo. A proposta é estabelecer diretrizes e políticas de proteção comuns a todas essas organizações. A rede de automação é um dos principais pontos de atenção. “Os equipamentos [nessa área] são muito específicos; não podemos substituir essas máquinas da mesma forma que trocamos os computadores de mesa. É outro planejamento”, disse Fernando Spencer, especialista em segurança da Eletrobras.
A estratégia da Eletrobras envolve o contato mínimo dos sistemas de automação com os ambientes de TI, além do investimento em camadas adicionais de proteção nos equipamentos e softwares de automação. Para Spencer, essas camadas compensam a eventual defasagem dos sistemas de automação. “Se a porta de casa não é segura, mas eu tenho guarda, cerca elétrica, câmeras de vigilância etc, dificilmente serei assaltado”, disse o especialista.
Para a AES Eletropaulo – responsável pelo fornecimento de energia elétrica em 24 cidades do Estado de São Paulo, incluindo a capital – a experiência global de sua empresa-mãe, a AES, tem sido fundamental para estabelecer as políticas de segurança digital no Brasil. A AES avalia o nível de automação das estruturas e a exposição geopolítica de todos os países onde tem operação. No Brasil, nenhum dos aspectos foi considerado preocupante até agora, disse Gustavo Pimenta, vice-presidente de desempenho e serviços da AES Eletropaulo. Apesar disso, a companhia tem dedicado atenção ao assunto: “É um tipo de ataque que está no nosso radar”, afirmou o executivo.

Contratada oitava empresa nacional para o programa do KC-390



LAAD 2011 KC-390 - foto Poder Aereo Poggio
A empresa LH Colus, criada por um ex-funcionário do DCTA (Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial) e da empresa aeronáutica Akaer, em São José dos Campos, foi contratada pela Embraer para desenvolver o projeto dos assentos e das macas do novo avião de transporte militar KC-390. Projetado para substituir os C-130 Hércules, da Força Aérea Brasileira (FAB), o projeto do KC-390 tem um custo estimado de US$ 2 bilhões. O voo inaugural do primeiro protótipo está previsto para outubro de 2014.
O Ministério da Defesa estima que 300 aeronaves KC-390 poderão ser comercializadas nos próximos 20 anos, o que representará uma receita de US$ 22,5 bilhões e retorno de royalties para o governo brasileiro, que é o detentor da propriedade intelectual do projeto. A Embraer prevê produzir entre 12 e 18 aeronaves por ano.
A LH Colus é uma das oito empresas brasileiras ou com operações no Brasil a ser contratada pela Embraer para a fase de desenvolvimento do KC-390. A aeronave terá capacidade para 80 ocupantes em 40 assentos duplos, além de 74 macas. Parte do investimento que está sendo aplicado no desenvolvimento do projeto será financiado pela Embraer.
O contrato com a Embraer, segundo o presidente da LH Colus, Luís Colus, deverá responder por mais de 50% do faturamento da empresa em 2013. Criada em 2008 pelo empresário, a LH Colus iniciou suas atividades com o projeto de um avião agrícola para a empresa Planair, de Curitiba (SP) e fazendo o dimensionamento estrutural da aeronave T-Xc, desenvolvida pela Novaer, em São José dos Campos.
A produção dos bancos e macas do KC-390, segundo Colus, será subcontratada da Equipaer, de Cotia, parceira da empresa. Colus explica que a Equipar também acumula experiência no setor aeroespacial, fornecendo alvos aéreos, lançadores de foguetes, bombas e mísseis, além de kits de sobrevivência na selva para a frota de Super Tucano da FAB.
Para vencer a concorrência da Embraer, disputada com fabricantes internacionais de peso, como a inglesa BA Systems, segundo o executivo, a LH Colus apresentou como diferencial, além de ser brasileira, o fato de ter um grande conhecimento técnico em processos de certificação aeronáutica. “Temos mais de 25 anos de experiência na área de certificação de projetos ou modificações aeronáuticas junto às autoridades de certificação como o DCTA e a Anac”, comentou.
As áreas de atuação da LH também incluem análises de reparos estruturais, gerenciamento de programas de desenvolvimento no setor aeroespacial e assessoria em processos de validação de aeronaves estrangeiras no Brasil.
Para a Mectron Engenharia, a LH Colus trabalhou no projeto e dimensionamento estrutural de lançadores. A TAM Aviação Executiva contratou a empresa para fazer o desenvolvimento e aprovação de reparos estruturais em aeronaves com fuselagem pressurizada.
O contrato com a Embraer, segundo Colus, representará um grande salto tecnológico para a empresa, que já está de mudança para uma nova sede, no Parque Tecnológico de São José dos Campos. “O KC-390 é uma aposta muito promissora para a LH Colus. Estamos galgando um patamar de empresa que ainda não tínhamos”, afirmou.
Os assentos do KC-390, por exemplo, explica Colus, terão que ser projetados para resistir a um pouso de emergência. Um dos testes de qualificação dos assentos será feito nos Estados Unidos e os demais no Brasil, nos laboratórios do Inpe, DCTA e IPT.
Com a nova sede, segundo ele, a empresa terá um espaço três vezes maior e o projeto do KC-390 já permitiu dobrar o número de funcionários, hoje em torno de 10 pessoas, com nível de formação e conhecimento altamente especializados. Para este ano, o executivo prevê um total de 15 funcionários trabalhando nos novos projetos.
Colus informa que a experiência adquirida com o KC-390 capacitará a empresa para fornecer novos itens de interiores de avião para a Embraer e outros fabricantes aeronáuticos. “A nossa meta é transformar a empresa em um fornecedor de nível um, com capacidade para fazer o projeto, análises estruturais, ensaios de qualificação e certificação”.


Leia mais (Read More): Poder Aéreo - Informação e Discussão sobre Aviação Militar e Civil 

segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

França bombardeia jihadistas do Mali



Mirage 2000D - foto Min Def França
-

Ataque aéreo ocorreu em resposta ao avanço de grupos rebeldes aliados à rede terrorista Al-Qaeda, que controlam o norte do país

-
Aviões da França bombardearam ontem o Mali, ex-colônia francesa, em uma tentativa de conter o avanço de rebeldes islâmicos aliados à Al-Qaeda. O presidente malinês interino, Dioncounda Traoré, havia solicitado às Nações Unidas e a Paris ajuda militar na quinta-feira, depois que insurgentes tomaram uma cidade no centro do país.
Nações ocidentais e da região temem que o Mali se converta em um “Afeganistão africano”: um território onde grupos que operam sob a bandeira da Al-Qaeda têm liberdade para impor uma versão ultrarradical da sharia (lei islâmica) e planejar ataques a alvos no exterior.
Em Paris, o presidente François Hollande disse que a ofensiva levará “o tempo que for preciso” e está amparada nas decisões do Conselho de Segurança das Nações Unidas. “O uso da força é necessário”, justificou Hollande. “A própria existência do Mali está em perigo.”
De acordo com a revista alemã Der Spiegel, forças especiais francesas teriam desembarcado no país. O número total de soldados que Paris pretende enviar não foi divulgado. Uma fonte diplomática ocidental no vizinho Níger disse ao jornal New York Times que os insurgentes têm entre 800 e 900 homens. Seis franceses foram sequestrados pelos rebeldes nos últimos meses.
Depois de semanas sem confrontos diretos com o Exército, os rebeldes tomaram, na quinta-feira, a cidade de Konna, avançando sobre o centro do país. Grande parte da população abandonou o local e as forças leais ao governo de Bamako viram-se obrigadas a recuar.
O Mali entrou em colapso em março, quando militares derrubaram o presidente Amadou Toumani Touré. Os generais alegavam que ele havia fracassado na luta contra a rebelião de grupos da etnia tuaregue, no norte do país, mas as potências ocidentais e nações da região recusaram-se a aceitar a ruptura na ordem constitucional.
Opération Serval
O caos que se instalou favoreceu a aliança insurgente entre os tuaregues e radicais jihadistas, a qual assumiu, no mês seguinte, o controle do norte do Mali, incluindo a cidade histórica de Timbuctu, declarada patrimônio da humanidade pela Unesco. Hoje, os insurgentes dominam uma extensa faixa no Deserto do Saara, entre a Argélia, Mauritânia e o Níger.
Aval da ONU. Países vizinhos, organizados no bloco regional da Comunidade de Estados da África Ocidental (Ecowas, na sigla em inglês), a França e o governo americano conseguiram aprovar na ONU, em dezembro, uma resolução autorizando o uso da força contra os rebeldes malineses. O texto, entretanto, condiciona a intervenção internacional ao treinamento dos militares do Mali – medida que busca evitar novos golpes de Estado no país.
O objetivo inicial era aguardar até setembro para lançar a operação contra os radicais – espaço de tempo necessário para treinar as forças locais. Com o avanço rebelde de quinta-feira, no entanto, Hollande decidiu agir o mais rápido possível.
A diplomacia francesa pretende colocar em curso uma intervenção na qual as tropas terrestres sejam fornecidas pelo próprio Mali e por países do Ecowas, enquanto Paris fornece apoio aéreo, de inteligência e treinamento.
Outros países europeus, como a Alemanha, além dos EUA, também devem cooperar no esforço multinacional. Ontem à noite, o presidente Traoré decretou estado de emergência em todo país. A medida terá duração de dez dias.


quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

AEQ e FAB darão início aos testes com bomba guiada SMKB 83


Os excelentes resultados obtidos pela empresa AEQ durante a campanha de ensaios na Serra do Cachimbo no último trimestre de 2012 reforçaram a confiança da equipe que desenvolve a primeira família de bombas nacionais guiadas de última geração. O próximo passo será a campanha de ensaios de um artefato maior ainda.
O desenvolvimento da bomba SMKB 82 (de 227 kg), equipada com sistema de guiagem por GPS/Inercial, já foi concluído e a gora a empresa se prepara para os testes com a SMKB 83 (de 454 kg). A SMKB 82 baseia-se na bomba de emprego geral Mk82 fabricada pela AEQ, mas equipada com um kit de guiagem desenvolvido em conjunto com a também brasileira Mectron.
Este kit, o primeiro do gênero no Brasil, permite que bombas de queda livre sejam orientadas tanto para o sistema de posicionamento GPS americano quanto para o Glonass russo, garantindo a precisão de alvo durante o dia ou à noite, nas mais adversas condições atmosféricas. Com o kit, uma bomba “burra” pode ser lançada a altitudes superiores a 10 km, com um alcance entre 16 e 40 km e CEP de 6 metros máximo.

A cabeça de guiagem possui uma peculiaridade que garante a total independência do artefato em relação aos demais sistemas da aeronave. Trata-se de um sistema de comunicação sem fio, que elimina a necessidade do emprego de cabeamento entre o artefato e o painel de sistemas do piloto. Através de um microcomputador dedicado e desenvolvido pela Britanite-BSD/Mectron o piloto pode controlar a bomba. Outra vantagem deste sistema é que ele pode ser instalado em uma variedade de aeronaves e evita modificações eletrônicas que possam provocar interferências.
A AEQ, empresa do Grupo SDS Segurança & Defesa, possui um histórico de mais de quatro décadas no mercado de materiais explosivos. Ela herdou o histórico e o conhecimento da antiga divisão aeroespacial da Britanite-BSD. Além da SMKB e das bombas de emprego geral, AEQ também produz detonadores, bombas de fragmentação, bombas de detonação, foguetes não guiados e componentes para propelentes sólidos de foguetes. O Grupo SDS Segurança & Defesa foi criado em agosto do ano passado e foi concebida para participar do fortalecimento da Base Industrial de Defesa do país, em consonância com a Estratégia Nacional de Defesa (END).
bomba SMKB da Britenite sendo carregada no A-29 - foto Britanite


Leia mais (Read More): Poder Aéreo - Informação e Discussão sobre Aviação Militar e Civil 

FAB assina contrato de modernização dos E-99



Avaliado em quase US$ 114 milhões e contratado em Dezembro, o programa é destinado principalmente à modernização dos sensores embarcados de missão das aeronaves de vigilância. Em 06 de Dezembro também foi efetivado o acordo com a Mectron do Brasil que abrange o desenvolvimento do sistema de comunicação de dados Link BR2. Isto irá equipar os E-99s modernizados até 2016, juntamente com as aeronaves de combate modernizadas Northrop F-5EM, Embraer/Aermacchi A-1M e Embraer A-29.

A FAB se absteve de fornecer maiores detalhes sobre o programa de modernização dos E-99. Contudo, fontes brasileiras indicaram que a aeronave irá receber melhorias em seus sistemas de guerra eletrônica, sistemas de comando e controle e suítes de medida de suporte eletrônico, adicionado às modernizações em seus radares de vigilância PS-890 Erieye, da Saab Microwave Systems.
E-99 - Esquadrão Guardião - Domingo Aéreo AFA 2011 - foto 5 Nunão Poder Aéreo
Leia mais (Read More): Poder Aéreo - Informação e Discussão sobre Aviação Militar e Civil 

quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

Happy New Year! com U2




Semestre terá ‘megaoperação’ das Forças Armadas nas fronteiras



As Forças Armadas brasileiras vão executar uma megaoperação nas faixas de fronteira, ainda no primeiro semestre deste ano, promovendo o monitoramento dessas regiões no período que antecede a Copa das Confederações, marcada para o mês de junho, no Brasil.
Como a ação é feita a partir de dados obtidos pelos serviços de inteligência, o período e os locais para onde serão enviadas as tropas militares ainda não podem ser divulgados.
“Será um pouco antes da Copa das Confederações, com uma antecedência que não interfira no fluxo de turistas que venham assistir ao torneio”, disse o ministro da Defesa, Celso Amorim, para quem a ação militar tem objetivo essencialmente “dissuasório”.


Leia mais (Read More): Poder Aéreo - Informação e Discussão sobre Aviação Militar e Civil